sexta-feira, novembro 16, 2007

O outro lado das notícias...

Nos primeiros dias do "processo Maddie" foi divulgada uma fotografia - e a partir dai lançada uma mega-campanha - de Madeleine McCann em que o destaque era dado a um sinal distintivo num dos olhos da menina.

Com aquela marca caracteristica no olho direito, seguramente, só a pequena menina inglesa.

Ora, como está bom de ver, esse foi, claramente, um erro de estratégia porque, se fosse caso disso, o tal sinal característico seria (terá sido) uma autêntica "sentença de morte" - isto, claro, para quem acredita na tese de rapto - para Maddie.

Outro caso tem a ver com o que aconteceu ontem: passaram de um blog para as televisões e um jornal nacional as ameaças de um bando de energúmenos a elementos da polícia que está a tomar conta das claques.

Este "alastrar da notícia" não facilita o trabalho dessa força porque pode incendiar o ambiente, especialmente a poucos dias de um Benfica-FC Porto.

Às vezes, era bom ter atenção ao que se dá, como se dá...

quinta-feira, novembro 15, 2007

No comments

O secretário de Estado dos Assuntos Fiscais afirmou na Comissão Parlamentar de Finanças e Orçamento, no Parlamento, que muitas das grandes empresas portuguesas são fraudulentas em termos fiscais.

Amaral Tomaz diz que “em Portugal enraizou-se sempre a convicção de que as grandes empresas não cometem fraude fiscal, mas a realidade é diferente daquilo que podemos pensar".

A sério? Ninguém diria.

quinta-feira, novembro 08, 2007

Apitadela...

Andar na estrada em Lisboa é um “must”, isto claro, se se conseguir o distanciamento suficiente para apreciar o “espectáculo”.

Os portugueses, na generalidade, conduzem mal, mas, curiosamente, têm a mania que conduzem bem.

E o engraçado disto é apreciar dois “artistas do volante” em competição.

Claro que há sempre a hipótese de pararem as viaturas e resolverem a querela à pancada.

Mas, há também outras duas alternativas de resolver as questões bem "à homem".

Uma é o célebre “picanço” nos semáforos. Como é giro vê-los a acelerar à espera do verde para ganhar a corrida ao outro “armandinho” até ao outro sinal luminoso.

A outra é a “apitadela”. O outro otário faz um erro inacreditável e nós, como seres superiores, vamos mostrar-lhe que se enganou buzinando incessantemente. Claro que o outro, nada convencido, tem resposta à altura: apitar ainda durante mais tempo, de preferência com uma buzina ainda mais ruidosa (tipo daquelas de camião).

E assim vamos (des)andando…

Com aumentos destes...

Eu ainda sou do tempo em que uma pastilha elástica custava 2$50.

O Governo reafirmou esta quarta-feira que o aumento de salários para os funcionários públicos no próximo ano vai ser de 2.1% - um valor igual ao previsto para a inflação.

Ora, a confirmar-se, esta subida equivale a "aumento zero" e vem juntar-se a mais (penso que sete) anos em que os aumentos não foram líquidos.

Curioso é que o subsídio de refeição deverá também ser actualizado na mesma percentagem, o que quer dizer que cada funcionário público vai receber mais oito (8) cêntimos para comer.

A pergunta que se coloca é: o que é que se compra com mais oito cêntimos por dia? Eventualmente pastilhas elásticas para enganar a fome.

segunda-feira, novembro 05, 2007

Grandes vidas...

Qualquer Universidade que se preze tem a cadeira de BAR (desculpem, não é a sigla de nenhuma disciplina complicada tipo Biologia Arqueológica Retroactiva ou algo do género. é mesmo bar, de cafetaria).

Ele é ver, diariamente, centenas de alunos a baldarem-se às aulas para ficarem no bar... a jogar às cartas.

E aí, seguramente, tiram boas notas, dado o empenho e as horas que gastam nessas "matérias".

Vem isto a propósito de uma notícia que saiu na imprensa de hoje: um português ficou em terceiro lugar no Europeu de Poker (!?).

Em primeiro lugar desconhecia que se realizavam tais campeonatos; em segundo lugar achava altamente improvável que houvesse profissionais de tal modalidade. Mas eis que existem, até em Portugal.

Já estou a ver o miúdo quando chegou a casa: "Mamã, papá já sei o que quero fazer quando for grande". "Então, meu filho, diz lá: advogado, médico, arquitecto?". "Não pá, que horror, quero é... jogar às cartas!"(*).

Há grandes vidas pá... Faz-me lembrar aqueles miúdos que nos Estados Unidos (claro) ganham milhares de dólares como profissionais de video-jogos!

(*) Convém só acrescentar que o vencedor deste torneio, um sueco, levou para casa 21 mil euros por ter estado umas horas a jogar às cartas.

quarta-feira, outubro 31, 2007

Cúmulo do desperdício

Amanhã é 1 de Novembro...

Amanhã é feriado...

Amanhã estou de folga...

Que desperdício.

quarta-feira, outubro 17, 2007

Só?

Foram assinados esta quinta-feira os programas operacionais do Quadro de Referência Estratégico Nacional (QREN).

Traduzindo: vêm aí cerca de 21,5 mil milhões de euros comunitários para Portugal gastar até 2013.

Ora, isto quer dizer que o nosso país vai receber 9.8 milhões de euros todos os dias até ao final de 2013.

Esta é a última oportunidade antes de se "fechar a torneira".

Como era bom que soubessemos aproveitar esta "massa" para evoluir... Infelizmente, tenho dúvidas.

Convém não esquecer que há 19% de pobres em Portugal (dois milhões de pessoas) e que, caso não fossem contabilizadas as várias ajudas sociais, em 2005, 41% da população estaria em risco de pobreza.

segunda-feira, outubro 15, 2007

Deve ser do cansaço

O presidente da Associação Portuguesa de Famílias Numerosas critica o Governo e, mais especificamente, a sua proposta de Orçamento de Estado.

Em causa a proposta do Executivo de aumentar as deduções, em sede de IRS, para os pais com filhos até aos 3 anos. Diz Fernando Castro que este é um benefício que “não se compreende”.

Ora, até aqui, nada de especial, é uma opinião respeitável, que pode até ser verdadeira e que não contesto, até porque não conheço o Orçamento em profundidade.

O que acho extraordinário é a justificação… e cito:

“O que vai acontecer é que, quando uma criança fizer três anos de idade, vai ser uma data muito infeliz e triste para a família porque, não só vai passar a receber menos de abono de família, como se isso não bastasse, vai passar a pagar mais IRS. Não faz sentido”, disse.

Pois não, “Não faz sentido”. Pai que é pai não pode dizer isto, seja em que contexto for.

Há justificações que, realmente, não justificam nada.

domingo, outubro 14, 2007

Pão nosso de cada dia

A obesidade é uma doença que cada vez mais preocupa as sociedades modernas, mas o nosso país está atento e já estão a ser tomadas medidas.

A bem da saúde, é preciso evitar que as pessoas engordem e, como se sabe, o pão é um dos alimentos que, dizem os nutricionistas, mais ajuda a ganhar peso.

O Ministério da Saúde, em colaboração com o Ministério das Finanças, já se está a precaver...

Assim, até Janeiro de 2008, o pão, esse produto “maléfico” para a linha dos portugueses, vai aumentar "só" 3o% (trinta por cento).

A confirmação foi feita ao “Expresso” por Carlos Alberto Santos, presidente da Associação de Comércio e Indústria de Panificação, Pastelaria e Afins.

Ora, nada mais justo, se o pão engorda... obriga-se as pessoas a cortar no dito. Até aqui tudo certo, é “a bem da nossa saúde”.

A questão é que - recorde-se - desde o início do ano, o pão já aumentou 20% no preço de venda ao público.

Entretanto, o “Expresso” acrescenta que "outros bens - como leite e derivados, ovos, azeite ou carne de vaca – vão registar subidas significativas. Nenhuma entidade contactada arrisca uma previsão, mas fontes da indústria agro-alimentar apontam para acréscimos entre os 5% e os 10%".

Eu cá só gostava de saber como é que a maioria dos portugueses, especialmente os pensionistas, se vão governar com os preços que se estão a preparar.

Ainda bem que este é um Governo (dito) socialista, com preocupações sociais... faria se não fosse.

PS: Post reciclado de 2003 porque, afinal, há coisas que, infelizmente, se repetem. "Só mudam as moscas", diz o ditado.

sexta-feira, outubro 12, 2007

Fado, Futebol e Fátima

Fui a Fátima a última vez a 2 de Setembro, era domingo e, talvez por isso, estava muita gente no Santuário.

Confesso que não vou a Fátima muitas vezes mas, ano após ano, continua a fazer-me grande impressão toda aquele negócio que cresceu desmesuradamente à volta das Aparições. Tudo se vende sem o mínimo de respeito.

A nova Basílica estava ainda em construção e não foi possível ver nada, mas a zona do Santuário mantém aquela mística, aquela aura, que é dificil explicar.

Vi, em directo, a cores e ao vivo, a cerimónia do adeus à Virgem que, também naquela tarde, foi especial e, como sempre, me fez chorar.

Escrevo estas linhas na altura em que se inaugura a nova igreja da Santíssima Trindade. Estão altas individualidades religiosas, políticas e sociais na cerimónia.

A RTP transmite à mesma hora um jogo de futebol da selecção de Sub-21 na Bulgária e o país político aguarda ainda a apresentação do Orçamento de Estado e o início do congresso do PSD.

quarta-feira, outubro 10, 2007

Dúvida da semana

Eva foi expulsa do paraiso por causa de uma maçã, a Branca de Neve foi envenenada por uma maçã... e outras "estórias" há sobre o poder da maçã.

Eu sou de uma "terra da fruta" do nosso país, onde há maçãs, peras, laranjas, pêssegos para dar e vender.

Para mim, uma maçã é uma maçã.

No entanto, chegado a Lisboa, eis que reparo que, para várias pessoas, uma "maçã" é, afinal, um "pêro". Maçã é, para eles, aquilo que, para mim, é maçã reineta (aquela verde, mais áspera, menos doce).

Pero ou maçã, eis a questão.

Eu cá, gosto de maçãs e não sei o que são pêros. Ponto final.

terça-feira, outubro 09, 2007

Queres drogar-te?

... Vem aprender connosco

Parece ser esta a ideia da nova campanha do Instituto da Droga e Toxicodependência que está a ser distribuída através de postais em escolas e espaços de diversão nocturna.

Pensava eu que a ideia do IDT era sensibilizar os miúdos para os perigos da droga e apelar ao não consumo.

Depois desta campanha, já não sei... Destaco só estas duas pérolas: "Alterna a narina que utilizas", "É bom que esteja alguém com experiência".

Parece quase um manual de aprendizagem, o que fazer, como fazer, para nos podermos "drogar em segurança".

quinta-feira, outubro 04, 2007

Desvio

No Dubai há um hotel de sete estrelas - penso que ainda é o único a nível mundial - em que é tudo em grande.

No "Burj Al Arab Hotel" ouro é o que mais há e, por exemplo, se quisermos andar de táxi somos transportados num "singelo" Rolls Royce.

Por mim tudo bem, nada contra, quanto muito tenho é inveja por não ter capacidad€ para lá chegar.

Mas, por falar em táxis, o que já acho extraordinário é que, num país como Portugal, a esmagadora maioria destes veículos seja também de uma marca sempre considerada de luxo: os Mercedes.

Ando há 15 anos em táxis por Lisboa e é esmagador o número de carros desta marca que anda na "praça".

Ontem, para tentar, finalmente, desviar o tema da conversa (a derrota do Benfica na Champions), fiz a pergunta sacramental ao senhor Virgílio, o taxista que me costuma transportar a casa: Porque raio é que todos têm Mercedes? Não são caros?

A resposta imediata não deixou dúvidas: "Meu amigo, só há duas marcas de automóveis: os Mercedes e os outros".

Depois continuou: "É o carro mais resistente, aguenta trabalhar 24 horas sempre a andar e eles [Mercedes] fazem descontos para taxistas".

A fechar: "Lembra-se do outro carro que eu tinha?" Sim. "Fez mais de um milhão de quilómetros sem problemas".

Ok, fiquei esclarecido.

E lá voltámos ao Benfica - Shaktar para mal dos meus pecados.

quinta-feira, setembro 27, 2007

Esmeralda

O "caso Esmeralda" voltou à ordem do dia depois da decisão do Tribunal da Relação de Coimbra que dá a custódia da menina ao pai biológico.

Este grande "embróglio" tem ainda na equação: a mãe biológica, o sargento Luís Gomes e a mulher e, claro, a pequena Esmeralda.

Se tiverem paciência para ler 48 páginas, aqui, podem perceber melhor este caso.

Vale sempre a pena ver o outro lado da questão e pode ser que mudem de opinião.

quarta-feira, setembro 26, 2007

Chá, café ou laranjada

Eu acho que a ASAE (*) devia intervir. Sou mesmo de opinião que a Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (*) já devia ter actuado.

O que se tem passado com o PSD nas últimas semanas é, no mínimo, indigesto, até para quem gosta de laranjas. Seguramente algumas já estão estragadas - podres mesmo - e começam a pôr em risco a saúde pública dos portugueses (saúde mental - leia-se).

Esta "falta de chá", toda a confusão das directas, dos prazos, das regras, das ideias (ou da falta delas) - que culminou com as acusações gravíssimas desta noite de Luís Filipe Menezes a Marques Mendes - não auguram nada de bom para o partido, mas ainda menos para o país.

Não sei se andam mesmo a "comprar" quotas, a inscrever pessoas que já morreram ou a apagar adversários dos ficheiros, o que sei é que esta "laranjada" está estragada.

É suposto o PS, enquanto Governo, ter uma oposição credivel que apoie o que tem a apoiar, conteste o que tem a contestar, apresentando propostas alternativas.

O que é que se tem visto nesta campanha interna do PSD? Nada de positivo e/ou relevante vindo do "maior partido da oposição".

Quem se vai rindo disto tudo é o Sócrates... e o Santana Lopes, e o Morais Sarmento, e a Manuela Ferreira Leite, e o António Borges, e o Aguiar Branco, e o Rui Rio, e o...


(*) Sou fã da ASAE. Acho que é das poucas coisas neste país que funciona bem. Só acho que o presidente tem excesso de protagonismo mediático, mas se calhar tem que ser.

domingo, setembro 23, 2007

Bem amado

Confesso que não gosto de me confessar.

Sou tímido, calado, habitualmente reservado, gosto pouco de falar de mim e estou mais habituado a ouvir os outros.

Os meus pais queixam-se que é dificil arrancar-me alguma novidade e os meus amigos já se queixaram do mesmo.

Aliás, há uma expressão que uso algumas vezes na brincadeira que se aplica na perfeição: "Nem às paredes confesso, muito menos a estas que se ouve tudo".

São feitios, respondo. E, estou certo, a culpa nem é dos padres.

Não sei de onde me veio esta "característica", mas dei por mim a pensar nisso depois de ouvir uma conversa e sou capaz de avançar uma razão.

A culpa é, seguramente, de uma novela brasileira, daquelas já bem antigas, do tempo em que o país parava para as ver.

Voltanto atrás no tempo: No "Bem Amado" havia um autarca corrupto que tinha como objectivo principal inaugurar o cemitério que mandou construir. O homem tudo fez para que alguém morresse e, assim, fosse possível estrear a sua obra (até contratou um "matador", um tal Zeca Diabo, que ainda hoje recordo como uma das grandes personagens de Lima Duarte).

Mas a questão é que o homem - o tal "perfeito" da cidade - tinha outra "característica": para melhor controlar os seus eleitores, mandou instalar um microfone no confessionário,

Desde esse momento, nunca mais fui o mesmo. Fiquei traumatizado.

Ainda voltei ao confessionário mais duas ou três vezes, mas - confesso-o aqui - nunca mais disse tudo ao senhor padre.

sexta-feira, setembro 21, 2007

Palpite


O camarada e amigo RVR tem tido esta época palpites certeiros quanto aos "chicoteados" na I Liga portuguesa de futebol.

Eu vou entrar nesta onda e deixar, aqui e agora, a minha aposta para novo clube do "mister" José Mourinho.

Não sendo Inglaterra ou Portugal, só há duas hipóteses...

Seguramente: Inter ou Barcelona.

PS: O homem foi "special one" até na saída... e aquela indemnização, meu Deus.

sábado, setembro 15, 2007

Se não fosse trágico... era cómico

Há “coisas” que ainda acontecem no nosso país que são dignas de entrar para um qualquer “Ranking da Estupidez”. Juro que esta “estória” é verídica, embora não pareça.

A Brigada de Trânsito mandou parar uma ambulância, que seguia com os “pirilampos” ligados, para realizar dois testes de alcoolemia ao bombeiro que conduzia a viatura.

Apesar de explicado que estavam numa urgência e transportavam dois doentes, os homens da GNR não desistiram e continuaram com a análise à viatura.

Depois do “exame”, nem sequer ajudaram a abrir caminho para o Hospital de Ponte de Lima.

Conclusão: um dos doentes da ambulância acabou por falecer.

Nunca saberemos se o senhor se safaria se não tem sido atrasado pela polícia, o certo é que parece incompreensível que os agentes tenham mandado parar uma ambulância que seguia, com pressa, a caminho do hospital.

Para já, sabe-se que a família vai apresentar queixa. A GNR ainda não se defendeu e o Governo já pediu um inquérito.

Alguém consegue explicar isto?

quinta-feira, setembro 13, 2007

Mina de ouro

O desemprego é um dos flagelos dos tempos modernos. Só em Portugal são quase 500 mil os portugueses sem emprego. Acontece que, em todas as regras há excepções e, para alguns, ser despedido é uma mina de ouro.

Reparem na boa vida de boa parte dos treinadores de futebol que são despedidos por maus resultados.

Claro que há situações caricatas, como Fernando Santos que foi despedido na primeira jornada após um empate, mas o certo é que o senhor engenheiro, no espaço de poucos dias, recebeu a indemnização a que tinha direito do Benfica e foi para a Grécia treinar um clube. Resumindo, passou de um a dois ordenados, apesar de demitido.

Já a José Couceiro, ex-jogador, ex-sindicalista, ex-dirigente, actual "treinador", não lhe são conhecidos bons trabalhos no banco, mas seguramente a conta bancária deve estar bem recheada depois de passagens por Alverca, Setúbal e, especialmente, FC Porto e pelas selecções nacionais, onde comandou duas equipas com péssimos resultados. Abençoadas indemnizações que sustentam incompetentes.

Uma palavra final para um treinador que está há várias épocas arrumado e a quem já nem as "chicotadas psicológicas" devem encher o bolso.

Luís Campos chegou a ter a aura de "salvador", chegou a fazer boas épocas, em escalões inferiores e na I Liga, chegou a ser falado para o Benfica, mas aquela temporada em que conseguiu descer Setúbal e Varzim deu-lhe a alcunha de "Luís Campas" e arruinou-lhe a carreira.

Nem como comentador ou "paineleiro" o homem se tem safado. Ainda um dia destes gostava de falar com Luís Campos.

domingo, setembro 09, 2007

Trabalhos domésticos

Há uns anos, um presidente no Benfica - de péssima memória - "tinha" um iate a que deu o nome fantástico - face ao personagem que era - de "Lucky Me".

Lembrei-me deste nome - ou, para ser exacto, da expressão - e dei por mim a pensá-la, quando ontem cheguei a casa.

Estive uma semana de férias fora, na casa dos meus pais no interir do país. A ideia era "recarregar baterias" antes do recomeço das aulas.

O plano foi "por água abaixo" quando percebi que na casa ao lado havia obras. Foi "certinho como o sol": oito da manhã, berbequim e martelada a servir de despertador.

Ontem, de regresso a Lisboa, chego a casa e está tudo virado do avesso: fazem-se pinturas... tudo desarrumado, o cheiro da tinta, tudo a partir das 8h30... só me apetece fugir.

Sorte a minha...